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Palocci diz que não há patamar ideal para o câmbio

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, afirmou hoje que o câmbio irá se estabilizar, mas não disse em qual valor. "Não há patamar ideal para o câmbio. Em todos os patamares temos efeitos positivos e negativos. O governo não trabalha para uma meta fixada, trabalha para que os indicadores melhorem, porque isso vai fazer com que o câmbio se acomode em valores razoáveis", avaliou. Segundo o ministro, o equilíbrio cambial vai acontecer porque o governo não fixou a política econômica em âncoras cambiais. Estamos fazendo com que a economia se ordene e que tenhamos um equilíbrio de contas permanente e não provisório", afirmou, ao chegar no Agrishow.De acordo com Palocci, o maior problema a ser enfrentado atualmente pelo governo brasileiro é a inflação, e não o câmbio. ?Nós temos os olhos voltados para a produção e para e renda do trabalhador. E a renda do trabalhador tem como grande inimiga a inflação, não o câmbio. Esse é o foco do presidente Lula e da política econômica?, afirmou. Palocci afirmou que o governo não opera política cambial para definir valor do câmbio e sim trabalha em um conjunto de elementos econômicos para garantir a queda da relação dívida/PIB (Produto Interno Bruto) e o combate eficiente à inflação. Perguntado se o presidente teria mudado de opinião em relação ao que disse ontem em São Bernardo do Campo sobre a possível intervenção do dólar, Palocci disse não achar que isso tenha ocorreu. "Ele (Lula) fez uma brincadeira em relação ao salário mínimo, disse que daqui a pouco iria chegar aos US$ 100. Ele (Lula) quis corrigir para que não ficasse a impressão que o governo trabalha para levar o dólar a um preço menor", explicou.

Agencia Estado,

02 de maio de 2003 | 15h41

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