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Palocci garante que Brasil não precisa de novo acordo com FMI

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, disse hoje que o Brasil não necessita de um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) mas que só tomará uma decisão sobre uma eventual renovação em março. Ele argumentou que o Brasil vem defendendo uma mudança institucional do FMI com a criação de instrumentos preventivos para os países sócios. Ele disse que, embora alguns países importantes sejam contra esta tese, o Brasil continuará lutando com a perspectiva de que instrumentos preventivos sejam criados nos próximos anos. Segundo ele, os membros da missão do fundo que avaliaram as contas do País anteciparam que darão parecer favorável. Segundo o ministro, dentre os resultados obtidos pelo governo, o mais relevante foi a redução da dívida pública em relação ao PIB. "A queda da dívida é a mais importante notícia no campo fiscal", afirmou o ministro.Dados positivosPalocci considerou o resultado da produção industrial divulgado hoje pelo IBGE uma constatação de que a indústria cresceu fortemente no ano passado e que esse processo deverá continuar. "O ano passado foi de forte crescimento da indústria no comparativo com os últimos 20 ou 30 anos", afirmou. Segundo o ministro, um dos aspectos de destaque nesse resultado foi o fato de o crescimento em dezembro ter corrigido quedas no mês anterior.Palocci destacou ainda o fato de o crescimento ter atingido os setores de bens semiduráveis e não-duráveis. E não apenas os setores de bens duráveis, como ocorreu em movimentos de expansão da economia registrados em anos anteriores. "Isso mostra que o Brasil está se recuperando de maneira equilibrada, natural", afirmou.

Agencia Estado,

10 de fevereiro de 2005 | 14h40

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