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Palocci mostra diferenças entre Brasil e Argentina, diz La Nación

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, elogiou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e marcou as diferenças entre a Argentina e o Brasil em uma entrevista publicada pelo jornal argentino La Nación, nesta terça-feira. Com manchete de capa, o La Nación destacou frases do ministro, dentre as quais quando ele afirma: "Não sou inimigo da Argentina". Ele respondida acusações de alguns setores do governo argentino de ser o principal obstáculo a uma aproximação maior entre os dois países. O jornal opina que o ministro da Fazenda "não está disposto a alterar seu discurso, considerado ortodoxo, para conquistar a simpatia do governo de Buenos Aires", e o classifica como "o homem que maneja com mão de ferro a economia do Brasil". Segundo o jornal, Palocci "deixou claro as diferenças entre seu discurso e o do governo de Néstor Kirchner". Também é destaque na capa do La Nación a frase "as dívidas dos dois países têm dinâmicas diferentes", completada com outra considerada "sutil" pelo jornal: "Para o Brasil, cumprir os contratos e pagar a dívida é o único caminho possível. As heterodoxias já nos conduziram a muitos maus caminhos".Com o enfoque de mostrar as divergências entre as opiniões do ministro da Fazenda do Brasil e as do governo argentino, o jornal também ressaltou que "Palocci marcou diferenças entre ambas administrações, inclusive ao mencionar a Declaração de Copacabana, da qual ressaltou como ponto importante ´o compromisso com o equilíbrio fiscal´ e não a reivindicação argentina de privilegiar o crescimento antes que o superávit fiscal". Ainda no texto de introdução que procura sintetizar a entrevista de Palocci, o La Nación disse que "ao responder sobre a capacidade do governo de Lula de resistir à tentação de girar o timão para políticas menos duras, como se lhe demandam os setores industrial, sindical e o própiro Partido dos Trabalhadores", o ministro Palocci afirmou: "podem estar seguros: não temos nenhum plano B".

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