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Panorama econômico

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, O Estado de S.Paulo

18 de setembro de 2010 | 00h00

FMI deve elevar cota da China na instituição

O Fundo Monetário Internacional (FMI) deve elevar a cota de associação da China, aumentando a participação do país no total dos atuais 3,9% para cerca de 6%, em linha com a fatia do Japão, segundo o jornal japonês Nikkei. Enquanto torna as cotas mais fiéis às realidades econômicas, o Fundo está estudando aumentar a participação

também de outros países emergentes, incluindo Índia e Coreia do Sul. Os principais membros do Fundo Monetário Internacional já concordaram no ano passado que as porcentagens de cota para todos os mercados

emergentes - Índia, Coreia do Sul, Indonésia, Filipinas, Tailândia, Vietnã e Brasil - devem ser elevadas em ao menos cinco pontos, de cerca de 40% para 45%. Como resultado, as cotas de alguns países europeus vai diminuir.

ESTADOS UNIDOS

Advogada criará agência de defesa do consumidor

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nomeou ontem a professora de direito de Harvard e advogada de defesa do consumidor Elizabeth Warren como conselheira especial para ajudar a criar a estrutura de um novo escritório governamental, o qual terá amplos poderes sobre a indústria financeira. Falando no Jardim das Rosas da Casa Branca, Obama disse que Warren supervisionará todos os aspectos da nova agência e se reportará diretamente a ele e ao secretário do Tesouro, Timothy Geithner.

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