Panorama Econômico

SERGIO ODILON DOS ANJOS

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29 de abril de 2011 | 01h38

CHEFE DO DEPARTAMENTO DE NORMAS DO BC

"O foco no aspecto comercial é muito grande. As pessoas que recebem o cheque precisam ser protegidas."

PASCAL LAMY

DIRETOR-GERAL DA OMC

"Vou apresentar uma avaliação lúcida e exata sem fingir que não temos esse enorme problema sobre cortes de tarifas."

PEDRO PARENTE PRESIDENTE DA BUNGE BRASIL

"Podemos transformar a agricultura num motor de crescimento se resolvemos os problemas de infraestrutura."

COMÉRCIO EXTERIOR

Rússia mantém embargo a carne brasileira

Após inspecionar 29 frigoríficos brasileiros produtores de carne bovina, suína, de aves e de industrializados, a Rússia, um dos maiores mercados compradores do Brasil, manteve política restritiva com relação às exportações de carnes nacionais. Segundo o Serviço Federal de Fiscalização Veterinária e Fitossanitária da Rússia, 13 unidades continuam proibidas de vender para a Rússia. A BRF - Brasil Foods, que vende carne suína e de frango ao país, cobra uma atitude firme do governo brasileiro. "A Rússia criou um incidente diplomático, pois colocou em xeque o sistema brasileiro de inspeção da carne nacional. Espero que o governo brasileiro tenha uma posição dura com eles para reverter a situação", disse o vice-presidente de assuntos corporativos da companhia, Wilson Mello Neto.

JAPÃO

Produção de carros despencou em março

A produção de carros, caminhões e ônibus no Japão despencou 57,3% em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado, registrando queda pelo sexto mês consecutivo. A produção foi afetada pela falta de peças e outros problemas causados pelo terremoto de 11 de março, segundo a Associação das Fabricantes de Automóveis do Japão. A produção de veículos diminuiu para 404.039 unidades em março, de 945.220 unidades um ano antes. A demanda doméstica por veículos totalizou 437.599, um declínio de 35,1%, segundo a associação.

Mais calote

Inadimplência das empresas em março teve a maior alta mensal em um ano

16,3% foi o aumento da inadimplência em março ante fevereiro

27,8% foi a avanço dos cheques devolvidos, principal item que puxou a inadimplência

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