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Papeis brasileiros na Europa vão na contramão do Ibovespa em 2018 e caem

Enquanto índice da Bolsa de Valores brasileira subiu 15%, papeis nacionais tiveram recuo entre 3% e 9% na Europa

Célia Froufe, correspondente , O Estado de S. Paulo

02 Janeiro 2019 | 09h43

LONDRES - O índice da Bolsa de Valores brasileira exibiu valorização de 15% no ano passado. Já os fundos de índices (ETF, na sigla em inglês) brasileiros negociados em mercados europeus não conseguiram acompanhar o ganho de 2018.

Na Bolsa de Londres, o IBZL (Dist), por exemplo, era cotado a 2.493,83 libras esterlinas em 2 de janeiro de 2018 e encerrou precificado em 2.404,75 libras em 31 de dezembro, um recuo de 3,57%. Também no mercado britânico, o CSBR iShares MSCI Brazil Ucits (ACC) passou de US$ 77,305 no primeiro pregão do ano para US$ 70,25 em 28 de dezembro, última sessão de negócios e que marcou uma perda ainda maior, de 9,13%.

Na Bolsa de Frankfurt, o desempenho não foi diferente. O HSBC Brazil era comercializado a € 16,8160 em 2 de janeiro de 2018 e, em 28 de dezembro, era negociado a € 16,1680, uma redução de 3,85%. No caso do iShares MSCI Brazil Ucits (Acc), a desvalorização no mesmo período foi de 4,51%, com o papel passando de € 64,24 para € 61,34. Também o iShares MSCI Brazil Ucits (Dist) se contraiu 6,52% de uma ponta a outra do ano, saindo de €28,20 para €26,36.

Quem investiu no Lyxor Brazil no início do ano passado desembolsou € 17,61 pelo ativo, mas no encerramento de 2018 viu amargar uma queda de 2,56%, já que o papel era comercializado a €17,16. No caso do Xtrackers, o prejuízo foi de 1,27%, com a cotação saindo de €39,35 no começo do ano para €38,85 no encerramento.

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