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Para banqueiros, crise poderá durar até 3 anos na América Latina

A maioria dos banqueiros da América Latina e do Caribe acreditam que os efeitos da crise econômica mundial poderão durar até três anos, o que provocaria uma restrição do crédito e uma alta nas taxas de juros, revelou uma pesquisa nesta quinta-feira. A pesquisa entre mais de 100 banqueiros, divulgada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pela Federação Latino-Americana de Bancos (Felaban), revelou que dois em cada três opinaram que a crise afetará os mercados financeiros de seus países entre um e três anos. No que se refere aos efeitos, seis de cada 10 disseram que haverá escassez no financiamento de suas próprias instituições, menor envio de remessas e uma baixa nas operações de comércio exterior. O levantamento, realizado no final do ano passado em bancos pequenos e grandes de 19 países da região, revelou que as instituições concederão menos créditos à pequenas e médias empresas e os farão com taxas de juros maiores. A Felaban agrupa mais de 500 entidades financeiras da América Latina e Caribe. A pesquisa foi realizada pela empresa argentina D'Alessio IROL. (Reportagem de Luis Rojas Mena)

REUTERS

12 de fevereiro de 2009 | 22h04

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