Para BC, ágio pequeno mostra avaliação correta do BEM

O diretor de Liquidação e Desestatização do Banco Central, Antônio Gustavo Mattos do Vale, disse que o fato de o valor de venda do Banco do Estado do Maranhão (BEM) ter ficado próximo do preço mínimo, mostra que a avaliação feita da instituição estava correta. "O preço poderia ser maior, mas não causa frustração", afirmou. O BEM foi vendido por R$ 78 milhões para o Banco Bradesco, com um ágio de 1,07% sobre o preço mínimo de R$ 77,172 milhões.O diretor do BC destacou que essa é a primeira privatização do governo Lula e que coroa o acordo entre a União e o Estado do Maranhão. Para ele, a aquisição demonstra que o Bradesco "acredita no País, no Nordeste e no potencial do Maranhão". Com o BEM, o Bradesco se tornará a maior instituição financeira daquele Estado.

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