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Para CNA, Brasil deve erradicar aftosa no Paraguai de vez

O presidente do Fórum Nacional de Pecuária de Corte da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Antenor Nogueira, defendeu hoje que o governo brasileiro banque o programa de vacinação do rebanho bovino do Paraguai contra a febre aftosa pelos próximos dois anos, para ter a garantia de que a doença será erradicada no País vizinho. Antenor Nogueira disse que se o governo brasileiro doar as vacinas para a primeira etapa de campanha de vacinação do rebanho paraguaio, como já se comprometeu a fazer, por meio de Medida Provisória publicada no Diário Oficial da União de hoje, não será suficiente.Segundo ele, o governo brasileiro deve bancar as campanhas de imunização realizadas em maio e novembro de cada ano, conforme o calendário estabelecido para o Centro-Oeste. "O gasto do governo será pouco se comparado com o custo de contaminação pela aftosa", afirmou. Segundo Nogueira deverão ser doadas até 9 milhões de doses de vacinas (número compatível com o rebanho bovino do Paraguai) pelo Brasil ao Paraguai nos próximos dias.O Ministério da Agricultura, contudo, esclareceu que o número de doses e a distribuição de vacinas serão definidas assim que os técnicos dos dois países se reunirem para traçar as metas do programa de combate à doença no país vizinho. Atualmente, conforme o Ministério, os técnicos paraguaios estão fazendo o levantamento sobre a necessidade de vacinas, de equipamentos necessários e as ações conjuntas a serem desenvolvidas pelos dois países para combater a aftosa.

Agencia Estado,

11 de novembro de 2002 | 20h06

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