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Para Dilma, ideia rudimentar

A proposta de zerar o déficit nominal do País não é nova. Ela é defendida pelo ex-ministro Delfim Netto desde o fim de 2004. Apropriada pelo então ministro da Fazenda, Antônio Palocci, chegou a ser defendida no governo Lula.

O Estado de S.Paulo

12 de junho de 2013 | 02h04

Ao chegar à Casa Civil, Dilma criticou a ideia como "rudimentar". Em seu primeiro ano de governo, a presidente desenvolveu um mix de política econômica que incluiu um aperto fiscal maior que o de 2009 e 2010, abrindo espaço para que o Banco Central (BC) reduzisse a taxa de juros.

Dois dias antes da reunião de 31 de agosto de 2011, quando o BC surpreendeu o mercado e reduziu a Selic em 0,5 ponto, o ministro Guido Mantega anunciou a elevação do superávit primário em R$ 10 bilhões. Foi a última vez que isso ocorreu.

O ritmo de arrecadação continuou muito forte em 2011 e foi assim até maio de 2012, quando os efeitos da desaceleração começaram a chegar nos cofres públicos. Com a receita em queda, o governo passou a gastar mais - principalmente com as desonerações de tributos.

Um caminho em estudo seria tornar pública a meta de zerar o déficit nominal no fim de 2017, o que exigiria um retorno ao compromisso fiscal pré-crise e diminuiria a pressão sobre a inflação - ao mesmo tempo em que daria um sinal positivo, de solidez fiscal, aos investidores internacionais.

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