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Para Dilma, leilão é um ‘marco na história do País’

Em cadeia de rádio e televisão, a presidente respondeu às críticas da oposição e dos próprios funcionários da Petrobrás  

Tânia Monteiro, O Estado de S. Paulo

21 de outubro de 2013 | 21h38

Em pronunciamento em cadeia de rádio e televisão, a presidente Dilma Rousseff comemorou nesta segunda-feira, 21, o "sucesso do leilão do Campo de Libra", classificando como "um marco na história do Brasil", e fez questão de responder às críticas de vários setores que vão da oposição aos próprios funcionário da Petrobrás. Dilma reagiu ainda às acusações de que o leilão representava uma privatização do petróleo brasileiro.

"Pelos resultados do leilão, 85% de toda a renda a ser produzida pelo campo de Libra vai pertencer ao Estado brasileiro e à Petrobrás. Isso é bem diferente de privatização", disse. "O Brasil é - e continuará sendo - um país aberto ao investimento, nacional ou estrangeiro, que respeita contratos e que preserva sua soberania", avisou a presidente reagindo a outras críticas de que o País não possui regras jurídicas claras em seus processos de concessões.

Dilma defendeu ainda as empresas que participaram do processo, citando que "são empresas grandes e fortes que vão poder explorar, nos próximos 35 anos, um montante de óleo recuperável estimado entre 8 bilhões a 12 bilhões de barris de petróleo, e 120 bilhões de metros cúbicos de gás natural".

Educação. Segundo a presidente Dilma, com o sucesso do leilão, "começamos a transformar uma riqueza finita, que é o petróleo, em um tesouro indestrutível, que é a Educação de alta qualidade".

Adotando um tom de discurso com objetivo de incentivar os futuros investimentos e sinalizar uma maior aproximação com o setor privado, crítico do papel do governo nas discussões de modelo de infraestrutura, a presidente Dilma reconheceu que "as empresas privadas parceiras também serão beneficiadas" e "vão obter lucros significativos, compatíveis com o risco assumido".

Ela afirmou ainda que vai continuar com o modelo de partilha. "O modelo de partilha que construímos significa também uma grande conquista para o Brasil." 

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