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Para diminuir perdas, TAM e Gol dão desconto de até 90%

Número de pacotes domésticos já diminuiu 15% este ano

29 de setembro de 2007 | 15h18

Em busca de aumento no número de passageiros em um período de pouca demanda no setor, as companhias aéreas deram início a promoções para viagens domésticas. No último fim de semana, a TAM deu início à campanha "Mega Promo", com descontos para destinos domésticos de até 90%. A GOL reagiu à estratégia e lançou promoção semelhante, com passagens com o mesmo porcentual de desconto e também durante o fim de semana. Os valores variam de acordo com o trecho, a data e o horário escolhidos.   Veja também: Especial sobre a crise aérea Após um ano, familiares voam sobre destroços da Gol   As empresas, por meio de suas assessorias, disseram que não divulgarão se os resultados das promoções foram positivos. Contudo, na sexta-feira, 28, a TAM decidiu continuar com a sua campanha neste fim de semana.   Apesar das estratégias das companhias, o número de vôos domésticos tem diminuído. No fim de 2006, a queda na venda de pacotes domésticos foi de 30% no ano passado e este ano deve ficar em 15%, ambos em relação ao mesmo período de 2005. "Os turistas de São Paulo e Rio ainda têm um resquício de trauma com a crise aérea, que afetou principalmente as viagens domésticas", disse o diretor de Assuntos Internacionais da Associação Brasileira das Agências de Viagem (Abav), Leonel Rossi Junior.   Os pacotes domésticos, segundo Rossi Junior, começam a dar sinais de recuperação, embora ainda estejam longe dos números elevados que apresentavam antes dos acontecimentos que detonaram a crise aérea, como o acidente com o Boeing da Gol, em setembro de 2006, e com o Airbus da TAM, em julho, que, juntos, deixaram 353 mortos.   "O setor está se recuperando porque tem feito boas ofertas", disse Rossi Junior. "Mas, somente no ano que vem teremos uma retomada positiva das viagens nacionais."   Enquanto isso, com o câmbio favorável, a venda de pacotes internacionais para esse fim de ano já registram crescimento de 15% em relação a 2006, impulsionado principalmente pela Argentina, seguida dos Estados Unidos e Europa.   (Com Adriana Carranca, do Estadão)

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