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Para economista, compulsório alto pode ser prejudicial

O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, reconhece que há custos nessas políticas de incremento das reservas e dos depósitos compulsórios. Mas, em sua avaliação, elas são necessárias e têm contribuído positivamente para dar mais segurança ao País.

Fabio Graner, O Estado de S.Paulo

23 de maio de 2011 | 00h00

Para o economista, o governo "não tem opção" senão manter as compras de dólares, evitando que o real se aprecie demais e derrube a competitividade nacional. Agostini avalia que as reservas garantem que a economia nacional seja vista com bons olhos mesmo com o crescente déficit na conta corrente (que registra as transações de bens, serviços e rendas do País com o exterior).

No entanto, embora reconheça a ajuda que dá no combate à inflação, Agostini é mais crítico com o elevado nível de depósitos compulsórios. Para ele, o uso dessa estratégia acaba aumentando muito o custo do crédito e encarecendo os investimentos. De acordo com o economista, como o Brasil trabalha há muitos anos com o maior recolhimento compulsório do mundo, o mercado de crédito local é bem menos desenvolvido - e isso acaba atrasando o desenvolvimento nacional.

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