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Para entender: Taxa para grandes fortunas

A taxação de grandes fortunas é uma bandeira antiga do Partido dos Trabalhadores, nunca implementada. Agora, no rastro das críticas internas ao aperto fiscal do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o partido quer retomar o debate no Congresso. O presidente do PT, Rui Falcão, em reunião da Executiva do partido, na semana passada, defendeu urgência na retomada das discussões do projeto de lei que cria o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF). O imposto está previsto no artigo 153 da Constituição Federal.

O Estado de S.Paulo

04 de março de 2015 | 02h03

Para o PT, o projeto aumenta a justiça tributária e a arrecadação, além de diminuir a concentração de renda. O PT estima que existem cerca de 10 mil grandes fortunas no Brasil. Cinco mil teriam um patrimônio equivalente a 40% do Produto Interno Bruto (PIB). Os autores do projeto estimam que seria possível arrecadar R$ 6 bilhões no primeiro ano de aplicação do novo imposto. A ex-ministra da Casa Civil, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), é uma das defensoras do imposto.

Contrária à taxação de grandes fortunas, a equipe econômica intensificou estudos para avaliar o tema. Foi nesse contexto que surgiu a alternativa de criar um imposto federal para taxar doações e heranças. O trabalho agora será o de vencer a complexidade técnica do tema e a resistência do PT no Congresso.

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