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Para FMI, acordo argentino é similar ao último, que não foi cumprido

O diretor de Relações Externas do Fundo Monetário Internacional (FMI), Thomas Dawson, praticamente não comentou o pacto de apoio assinado ontem entre o presidente da Argentina, Eduardo Duhalde, e 20 dos 24 governadores de províncias - uma das exigências do Fundo para fechar um acordo com o país. Segundo ele, o FMI apenas recebeu o documento.Dawson afirmou que o conteúdo deste último acordo é muito similar ao plano que o presidente assinou com os governadores em abril. "Não é que o acordo de abril não fosse suficiente, é que não foi implementado", disse. Segundo ele, o governo argentino não cumpriu a promessa feita em abril de resolver a crise bancária ou estabelecer acordos fiscais. O plano também previa a manutenção dos pagamentos devidos aos organismos multilaterais.Na semana passada, a Argentina deixou de honrar uma parcela de US$ 805 milhões ao Banco Mundial, fazendo apenas um pagamento simbólico de US$ 79 milhões, referentes aos juros sobre o empréstimo. Embora não esteja satisfeito com isso, o não-pagamento não vai interromper as negociações do FMI com a Argentina, disse Dawson. "Certamente, isso torna a situação mais complexa. É um fator, mas não nos impede de alcançar um acordo."

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