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Para KPMG, modelo do pré-sal é 'armadilha'

As regras do modelo de partilha, que estabelecem a Petrobrás como operadora única e com ao menos 30% de participação nos consórcios das áreas do pré-sal, representam uma "armadilha financeira" para a estatal. A avaliação é do líder da KPMG, Manuel Fernandes, que também é presidente do Comitê de Energia da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham), que realizou ontem conferência sobre o assunto.

RIO, O Estado de S.Paulo

26 de julho de 2014 | 02h04

"Ela (Petrobrás) tem muita competência e capacidade, mas o fato de operar 30% no mínimo gera uma dificuldade de previsibilidade no mercado. Quando você vê o tamanho da conta que precisa ser investida, essas coisas são contraditórias", avalia Fernandes. "É uma armadilha financeira para a Petrobrás", afirmou.

As críticas partiram também do presidente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Eloi Rodriguez. Segundo ele, com o atual modelo, os leilões não geram interesse para investidores e por isso só contarão com uma oferta, como aconteceu com a área de Libra./ANTONIO PITA

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