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Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

Para lembrar

O Plano Geral de Banda Larga (PNBL) foi cercado de polêmica desde o início. O ponto central da iniciativa do governo é a volta da estatal Telebrás, liderada por Rogério Santanna, como gestora do plano. Essa empresa nunca foi operadora, já que funcionava como holding das companhias privatizadas em 1998.

, O Estado de S.Paulo

23 de dezembro de 2010 | 00h00

Apesar de o PNBL ter sido usado como peça de campanha, ele ainda não saiu do papel. As 100 cidades que a Telebrás havia anunciado que atenderia este ano ficaram para abril de 2011. A estatal realizou pregões de compra, assinou contratos, mas ainda não emitiu ordens de serviço para a execução dos trabalhos.

O SindiTelebrasil, sindicato que representa as operadoras privadas, chegou a ir à Justiça contra o decreto que recriou a Telebrás, para evitar que a empresa possa ter contratos do governo e de estatais sem participar de licitação. A ação das empresas acabou sendo retirada depois que o governo fechou um acordo com elas sobre metas de universalização.

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