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Para Meirelles, reservas do Brasil não divergem do FMI

Para presidente do BC, Fundo 'está mais preocupado com a estratégia dos países', em especial os asiáticos

Nalu Fernandes, da Agência Estado,

21 de outubro de 2007 | 17h10

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, não acredita que existam "grandes divergências" entre a estratégia de acumulação de reservas internacionais do Brasil e as orientações do Fundo Monetário Internacional. "O FMI está mais preocupado é com a estratégia dos países, particularmente asiáticos, que estão controlando a cotação das moedas", afirmou. "Das moedas asiáticas, o que o fundo vê como manipulação de moedas é um outro problema e que é um grande debate no mundo hoje, principalmente pelo enfraquecimento do dólar", disse. Meirelles destaca que a estratégia do Brasil é diferente dos asiáticos e não tem por objetivo influenciar diretamente a trajetória da taxa de câmbio. O exemplo, explicou o presidente do BC, é a evolução da taxa de câmbio nos últimos anos. "O processo de acumulação de reservas é parte de uma estratégia anunciada pelo BC desde 2004, quando iniciou programa de reservas e é um programa extremamente bem-sucedido", acrescentou. Meirelles está em Washington para a reunião anual do FMI e do Banco Mundial e falou neste domingo, 21, após receber o prêmio Banqueiro Central do Ano concedido por uma revista britânica.

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