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Para Obama, crise não pode se repetir

Presidente disse que episódio mostra ser possível republicanos e democratas trabalharem juntos

Cláudia Trevisan, correspondente, O Estado de S.Paulo

17 de outubro de 2013 | 02h13

WASHINGTON - "Não" foi a lacônica resposta que Barack Obama deu ontem à pergunta sobre a possibilidade de que a crise em torno do teto de endividamento e do financiamento do governo se repita dentro de poucos meses.

"Uma das coisas que eu disse durante esse processo é que nós precisamos nos livrar do hábito de governar por meio de crises", disse o presidente na noite de ontem, depois de o Senado aprovar o projeto que colocou fim ao impasse que paralisou o país por quase três semanas.

Obama agradeceu o empenho dos dois partidos para superar a crise. Segundo a Casa Branca, o presidente sancionaria a lei na noite de ontem, a tempo de permitir a reabertura do governo hoje. "Nós podemos começar a levantar essa nuvem de incerteza e preocupação dos empresários e da população americana", observou.

Segundo ele, apesar das diferenças que separam os dois partidos, democratas e republicanos podem trabalhar juntos em uma série de questões. Mas o primeiro ponto que elencou é quase tão controvertido quanto a reforma da saúde rejeitada pelos republicanos: a mudança no sistema de imigração, seguida da lei agrícola e do orçamento. Obama disse que as últimas três semanas devem ser "deixadas para trás".

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