Paraná indeniza proprietários que tiveram gado sacrificado

Proprietários de quatro fazendas do Paraná que tiveram o rebanho abatido por causa da febre aftosa foram indenizados, nesta sexta-feira, por determinação do vice-governador e secretário de Agricultura, Orlando Pessuti, que presidente o Conselho Estadual de Sanidade Animal (Conesa). O sacrifício dos animais teve início dia 8, em Maringá, e deverá ser concluído na semana que vem, em Loanda. Sete fazendas foram consideradas foco da aftosa. O dinheiro da indenização foi liberado pelo Fundo de Desenvolvimento da Pecuária, formado por entidades privadas mas supervisionado pelo Conesa. O dinheiro liberado nesta sexta equivale a 50% da indenização determinada pela Comissão de Avaliação e Sacrifício, composta por técnicos da Secretaria e Ministério da Agricultura. A outra metade da indenização é de responsabilidade do governo federal. Foram indenizados até o momento 498 animais, a um valor unitário médio de R$ 645. O sacrifício dos 6,5 mil animais condenados custará ao Paraná e à União aproximadamente R$ 4,2 milhões. MaiorO sacrifício do maior lote de animais - 1,8 mil, na Fazenda Cachoeira, em São Sebastião da Amoreira -, iniciado quarta-feira, deverá ser concluído neste sábado. A Secretaria de Agricultura prevê terminar os sacrifícios no final da próxima semana em duas fazendas em Loanda, onde estão alojados 4,2 mil animais. As fazendas onde o rebanho foi abatido estão observando o período de "vazio sanitário", após o que serão introduzidas "sentinelas" (animais sem vacinação) para testar a erradicação da aftosa.

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