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Parlamentares dos EUA interrogam Geithner sobre câmbio chinês

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, procurou convencer os parlamentares norte-americanos de que está tomando uma posição mais dura sobre a moeda e as políticas comerciais da China. Mas Pequim alertou que a pressão de Washington pode ter um efeito reverso.

DOUG PALMER E DAVID LAWDER, REUTERS

16 de setembro de 2010 | 14h34

Usando o tom mais severo até agora para falar sobre o ponto de embate entre EUA e China, Geithner disse a uma audiência do Senado que o iuan está se fortalecendo muito lentamente e que o governo de Barack Obama está buscando maneiras de apressar as autoridades chinesas.

Os parlamentares, que avaliam uma nova lei para punir a China por práticas cambiais que manteriam o iuan artificialmente desvalorizado, interrogaram Geithner sobre o motivo de não ter rotulado formalmente a China de "manipuladora cambial", e pediram medidas concretas do governo.

Porém, apesar de ter sido veemente, Geithner procurou ganhar tempo para os esforços diplomáticos dos EUA com a China, dizendo que seu país usará a cúpula do G20 em Seul na tentativa de mobilizar apoio para a reforma cambial chinesa.

O depoimento de Geithner ao Comitê Bancário do Senado pode ser crucial para a decisão dos parlamentares de aprovar a legislação antes das eleições de novembro, que devem depender da preocupação dos eleitores sobre a economia.

"Nós compartilhamos a frustração dos senhores", disse Geithner em Washington, embora tenha ponderado sua declaração ao dizer que a política cambial da China não oferece risco sistêmico. Ele não falou sobre as medidas que estão consideradas.

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