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Partido de Merkel agora apoia salário mínimo nacional

Novo entendimento ocorre em meio à luta do partido antes de duas eleições estatais cruciais no próximo mês

Renan Carreira, da Agência Estado,

25 de abril de 2012 | 16h11

BERLIM - O partido conservador da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, apoiou hoje a introdução de um salário mínimo obrigatório nacional, uma mudança em relação à posição inicial. O novo entendimento ocorre em meio à luta do partido antes de duas eleições estatais cruciais no próximo mês.

A maioria dos alemães tem apoiado um salário mínimo nacional, mas Merkel e o seu partido se mostravam contrários à ideia, alegando que definir salários é de responsabilidade de sindicatos e empregadores em negociações coletivas. Porém, o principal partido de oposição, o Social Democrata, tem levantado esse assunto nas campanhas das eleições estatais, colocando a União Democrata Cristã, de Merkel, sob pressão.

O ministro do Trabalho, Ursula von der Leyen, apresentou um plano para o salário mínimo que prevê a criação de uma comissão nacional formada por representantes dos trabalhadores e da indústria.

O partido de Merkel enfrenta dois testes eleitorais chave no próximo mês, que podem ter impacto sobre as chances da legenda nas eleições nacionais do próximo ano. Em 6 de maio, os eleitores no Estado de Schleswig-Holstein vão às urnas e podem derrubar a governante União Democrata Cristã. Em 13 de maio, será a vez do Estado Renânia do Norte-Vestfália. As informações são da Dow Jones.

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