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Paulistanos vão comprar menos, mas gastar mais neste Natal

Fecomercio-SP mostra que porcentual de quem pretende presentear caiu, mas valor do presente dobrou

Da Redação,

12 de dezembro de 2008 | 14h02

A maioria dos paulistanos pretende ir às compras neste Natal, segundo aponta pesquisa da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio). De acordo com os dados, 60% dos entrevistados responderam que vão presentear alguém neste fim de ano, porcentagem inferior à registrada em 2007, de 66%. O preço médio do presente, porém, subiu de R$ 46 no ano passado, para R$ 93,3 este ano. Cerca de 36% dos consumidores pretendem gastar mais neste ano. Quando indagados com quem, os filhos aparecem em primeiro lugar, com 31%. Em seguida, estão namorados (26%), mães (20%), parentes e amigos (15%) e pais (1%). Vestuários e calçados lideram a lista de itens favoritos para presentear, categoria citada por 61% dos consumidores. Em segundo lugar, ficaram brinquedos (34%), seguido por perfumes e cosméticos (13%).  Na lista dos itens que os consumidores gostariam de ganhar, vestuário e calçados também estão na frente, com 20% da preferência. Aparelho de TV ou som aparecem na seqüência como escolha de 10% dos entrevistados. Em terceiro, eletrodomésticos (geladeira, máquina de lavar roupas, entre outros), desejado por 9%.  Sobre as formas de pagamento, a intenção de efetuar pagamentos à vista corresponde a 62% dos consumidores. Em seguida aparece o cartão de crédito com 35% e cheque pré-datado com apenas 1%. Volume Segundo a Fecomercio, apesar dos efeitos da crise financeira mundial já terem chegado ao País, o volume de vendas de Natal neste ano deverá ser igual a 2007. A oferta de importados deverá ser menor, em especial de produtos ligados ao Natal - frutas secas, bacalhau, entre outros - mas seu consumo tende a ser substituído por artigos nacionais, sem maiores efeitos sobre o volume global de vendas. Ainda de acordo com a pesquisa, a tendência é que o crédito no final do ano fique menos acessível, mais caro e com prazos menores, mas deverá ser compensado pela massa de salários. A restrição ao crédito, deverá afetar principalmente o consumidor de baixa renda, devendo permanecer menos restrito para o segmento de bens duráveis de alto valor unitário (eletroeletrônicos e eletrodomésticos). A pesquisa foi realizada no dia 5 de dezembro e ouviu 1.113 consumidores nos principais pontos de fluxo na capital paulista.

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