Paulo Bernardo defende controle de despesas correntes

Segundo ministro, despesas do governo não podem crescer mais que o Produto Interno Bruto do País

FABIO GRANER, Agencia Estado

18 de outubro de 2007 | 12h58

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defendeu nesta quinta-feira, 18, o controle das despesas correntes. Segundo ele, essas despesas não podem crescer mais que o Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o ministro, os projetos que definem regras de reajustes do salário mínimo e limitam o crescimento da despesa com pessoal caminham no espírito de controlar o aumento das despesas correntes. Paulo Bernardo disse que o governo tem trabalhado para tentar construir um acordo em torno do projeto das despesas com pessoal. "É importante que as despesas com pessoal não cresçam mais que o PIB", afirmou.  Ele destacou que o aumento no número de funcionários públicos nos últimos anos ocorreu porque o governo substituiu os terceirizados por concursados. O ministro afirmou que o governo tem interesse em reduzir gradativamente a carga tributária. Disse que medidas como a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas caminham na direção da redução da carga tributária. O ministro participou nesta quinta de audiência púbica na Comissão Mista de Orçamento. Ao responder questionamentos de parlamentares sobre o PAC, Paulo Bernardo disse que a execução dos investimentos do programa terão "celeridade cada vez maior". Segundo ele, 20% dos investimentos do PAC previstos para 2007 já foram pagos e 80% dos empenhos já estão disponíveis para serem executados pelos ministérios.

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