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Pedido de recuperação judicial divide sócios da BRA

A queda de braço entre os investidores estrangeiros da BRA, que detêm 20% de participação, e os sócios Humberto e Walter Folegatti colocou em suspenso a decisão de entrar em recuperação judicial. A medida é defendida pelo Brazil Air Partners - fundo formado por Goldman Sachs, Darby, Gávea e outros. O escritório de advocacia Felsberg & Associados, já foi até contratado. Como numa recuperação judicial o destino de uma companhia fica nas mãos dos credores, na prática a medida seria uma forma de tirar os Folegatti do controle da empresa. A idéia dos investidores estrangeiros, que aportaram R$ 180 milhões na BRA no final do ano passado, é fazer a empresa voltar a voar com um novo modelo de negócios, baseado em jatos de 100 lugares da Embraer. Segundo fontes envolvidas na negociação, a paralisação das operações da BRA na última quarta-feira foi uma decisão unilateral de Humberto Folegatti como forma de sensibilizar o governo e pressionar o Brazil Air Partners a aportar mais recursos. A saída de Folegatti do comando foi uma exigência dos fundos e motivo de divergência entre os sócios. Com a paralisação, Folegatti deu aviso prévio a todos os seus 1.100 funcionários, mas a medida pode ser revertida. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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