Rafael Neddrmeyer/Fotos Públicas
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Pedidos de seguro-desemprego aumentam 13,4% em 2020, mas caem na primeira quinzena de julho

Com a necessidade de isolamento social imposta pela pandemia, 54,1% dos requerimentos foram feitos pela internet neste ano

Lorenna Rodrigues, O Estado de S.Paulo

22 de julho de 2020 | 18h32

BRASÍLIA — Apesar de ainda crescerem no acumulado do ano, os pedidos de seguro-desemprego desaceleraram na primeira quinzena de julho. Até o dia 15, o governo federal recebeu 288.845 pedidos de seguro-desemprego, um valor 1,9% menor do que no mesmo período do ano passado e 4,3% menor que a quinzena anterior.

Em 2020, as solicitações do benefício subiram 13,4% em relação ao mesmo período de 2019 e somam 4,239 milhões. Com a necessidade de isolamento social imposta pela pandemia, 54,1% dos requerimentos foram feitos pela internet neste ano.

Em julho, os três Estados com maior número de pedidos foram São Paulo (90.881), Minas Gerais (31.740) e Rio de Janeiro (24.280).

O pico de pedidos de seguro-desemprego neste ano foi registrado na primeira quinzena de maio, quando foram feitas 504.313 solicitações.

O seguro-desemprego é pago ao trabalhador com carteira assinada demitido sem justa causa. O trabalhador tem até 120 dias após a demissão para pedir o benefício, que pode ser solicitado via internet por meio do portal de serviços do governo e pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.

É necessário cumprir algumas regras, como recebido salários em pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses na primeira solicitação e não estar recebendo benefício de prestação continuada da Previdência Social. 

Nesta quarta, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que "o fundo do poço" da economia brasileira foi no final de abril e começo de maio e que indicadores recentes mostram recuperação.

Campos Neto repetiu a avaliação de que a estimativa do BC para o PIB neste ano, com queda de 6,4%, é pessimista. Para ele, a perspectiva é melhor.

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