Pelo 2º dia consecutivo, bolsas asiáticas iniciam pregão em alta

Índice Nikkei, da bolsa do Japão, alcançou 254,18 pontos (1,98%); em Bangcoc, alta foi de apenas 0,5%

Agências Internacionais,

24 de janeiro de 2008 | 02h10

As bolsas asiáticas começaram o pregão desta quinta-feira em alta, seguindo o mesmo cenário da abertura de quarta-feira.  Veja também: Fed reduz juro e alivia mercadosNY reverte queda e Bolsa diminui perdas no final do dia Bolsas européias fecham em baixa; Bovespa cai mais de 4% Em decisão unânime, Copom mantém juro em 11,25% ao ano Veja como ficam seus investimentos com a crise nos mercados Especialistas recomendam cautela com ações Entenda a crise nos Estados Unidos  Celso Ming comenta a crise no mercado financeiro   O índice Nikkei da Bolsa do Japão começou o pregão com uma alta de 254,18 pontos (1,98%) para situar-se em 13.083,24 inteiros. O índice Topix, que agrupa todos os valores da primeira seção, avançou 27,6 pontos (2,21%) e se situou em 1.277,53 unidades. O índice composto KLCI da Bolsa de Kuala Lumpur operava nos primeiros minutos em alta de 46,77 pontos (3,45%), aos 1.401,25. Na bolsa de Manila, o índice PSEI abriu em alta de 62,86 pontos (2,05%), aos 3.121,12. O índice Hang Seng da Bolsa de Hong Kong avançou 306,68 pontos (1,27%), aos 24.396,85. Em Cingapura, o índice Straits Times iniciou o dia com alta de 72,14 pontos (2,41%), aos 3.055,76. O mesmo aconteceu na bolsa de Jacarta. O índice composto JKSE operava nos primeiros minutos do pregão em alta de 28,99 pontos (1,17%), aos 2.505,27. A bolsa de Bangcoc iniciou as operações com uma alta mais tímida. O índice SET iniciou o pregão avançando 3,72 pontos (0,50%), aos 744,37. Corte de juros Como reação ao corte na taxa básica de juros dos Estados Unidos, a maior parte das bolsas asiáticas fechou em alta na quarta-feira. O índice Hans Seng da bolsa de Hong Kong fechou em alta de 10,72 por cento. O Shanghai Composite teve uma recuperação de 3,14 por cento.  A Coréia do Sul teve alta mais tímida, de 1,21 por cento, depois de sofrer sua pior queda percentual em cinco meses na véspera. Na Austrália, o índice avançou 4,4 por cento, dando fim às 12 sessões seguidas no vermelho.  Em Tóquio o índice Nikkei fechou em alta de 2 por cento, uma recuperação parcial ante quedas recentes, mas ainda acumula perda de 16 por cento somente este ano. Reação de outros mercados A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou os negócios nesta quarta-feira, 23, em 54.234 pontos, em baixa de 3,32%. O dólar comercial voltou a subir e fechou cotado no patamar máximo, em R$ 1,8250, em alta de 1,84%.  Em Nova York, o índice Dow Jones, que ficou em baixa durante todo o dia, virou e fechou em alta de 2,50%, impulsionado pela procura por papéis de bancos. Na Europa, as bolsas fecharam em forte queda com as declarações do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet. Ele afirmou que os bancos centrais devem ancorar as expectativas de inflação em "tempos difíceis" para evitar encorajar a volatilidade dos mercados. A Bolsa de Londres fechou em baixa de 2,28%; a de Paris caiu 4,25%, Frankfurt teve queda de 4,88%. Em Milão, a baixa foi de 3,97%, e em Madri de 4,56%.

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