Pequim quer status de observador no Conselho do Ártico

Em agosto, a China enviou seu primeiro navio para a Europa passando pelo Ártico e está fazendo pressão para obter o status de observador permanente no Conselho do Ártico, órgão internacional formado por oito nações - Canadá, Estados Unidos, Finlândia, Islândia, Noruega, Rússia, Suécia e Dinamarca -, que desenvolve políticas para a região.

O Estado de S.Paulo

23 de setembro de 2012 | 03h11

A China alega que é um "Estado próximo do Ártico" e que o Ártico "é uma riqueza herdada de toda humanidade", segundo palavras da Administração Oceânica Estatal chinesa.

Em fevereiro do próximo ano, o Conselho do Ártico deverá selecionar os países que receberão o status de observador permanente, o que exige voto unânime. Embora no momento Islândia, Dinamarca e Suécia apoiem abertamente a candidatura chinesa, o Departamento de Estado dos Estados Unidos recusou-se a dizer como vai votar.

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