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Personal chef é opção para jovens talentos

Tecnólogo de 22 anos faz jantares para grupos pequenos e considera essa uma alternativa boa para iniciantes

O Estado de S.Paulo

30 de março de 2014 | 02h13

Aos 22 anos, o tecnólogo Daniel Braga é um empreendedor da gastronomia paulistana. Influenciado pela família, proprietária de um buffet, ele cresceu na cozinha e, em 2009, decidiu seguir carreira na área ao entrar em curso tecnólogo na Universidade Anhembi-Morumbi.

"Eu me formei em 2012 e, no início, trabalhava com buffets, principalmente em eventos maiores (antes, ele já havia passado por restaurantes famosos como estagiário). Nessa época, vi que muita gente procurava um chef para realizar jantares." Ele aproveitou as oportunidades, oferecendo o que sabia fazer de melhor na cozinha: os risotos.

Braga abriu recentemente uma risoteria na Alameda Santos, na região da Avenida Paulista. Batizado de À La Minute, uma técnica francesa de finalização de pratos, o negócio se resume a um quiosque em um centro comercial ocupado majoritariamente por designers e serve de vitrine para o trabalho do profissional. "Geralmente, recebemos os clientes dos escritórios do entorno e, na hora do almoço, faço uma divulgação dos pratos", conta.

A promoção tem como objetivo sustentar o outro foco da empresa. À noite, Braga atua como personal chef, uma iniciativa de muitos recém-formados em gastronomia, servindo jantares para pequenos públicos. Em geral, os clientes deles são amigos dispostos a pagar por uma refeição mais elaborada ou famílias em festividades mais intimistas. "Para quem está começando, é interessante porque os custos dessa atividade são baixos."

O jovem cobra de R$ 80 a R$ 120 por pessoa nos eventos que realiza, dependendo da complexidade do cardápio escolhido pelo cliente. Se o contratante quiser que a empresa se responsabilize pela decoração, os valores ficam um pouco mais altos,

"O personal chef tem de ter a cabeça bastante aberta para ouvir o que o cliente está falando e adaptar o seu cardápio à necessidade das pessoas. É um trabalho bem intimista porque o contato é próximo." Ele considera que grupos de até 20 pessoas mantêm a essência pessoal da atividade na gastronomia.

O jovem atua de duas maneiras: ou faz apenas a montagem dos pratos ou realiza toda o trabalho de cozinha no local. "Algumas pessoas querem acompanhar o jantar de perto."

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