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Pesquisa da FGV mantém nota de eficiência do governo em 4,6

O fator mais citado para impedir o crescimento da economia é a carga tributária, segundo 75% das respostas

Francisco Carlos de Assis, da Agência Estado,

19 de março de 2012 | 22h34

SÃO PAULO - A eficiência geral do governo federal recebeu nota 4,6 na última pesquisa Índice LIDE-FGV de Clima Empresarial, realizada hoje durante almoço com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e 270 empresários associados ao Grupo de Líderes Empresariais (LIDE), em São Paulo. A nota ficou praticamente estável em relação à pesquisa anterior, realizada em dezembro de 2011, quando foi de 4,5.

A pesquisa questionou também os empresários sobre qual a percepção de cada um em relação à situação atual de seus respectivos negócios. O resultado mostrou uma queda em relação ao levantamento anterior, com 49% dos empresários consultados afirmando estarem vendo melhora na situação atual de seus negócios contra 59% na edição anterior. Outros 49% responderam que os negócios mantiveram-se iguais contra 31% que deram a mesma resposta na pesquisa anterior. Os demais 6% afirmaram estar vendo piora na situação atual de seus negócios, porcentual que melhorou em relação aos 10% registrados no levantamento de dezembro do ano passado.

Na previsão para empregos, a pesquisa detectou pequena alteração em relação à sondagem realizada de dezembro. Os que esperam aumentar o quadro de funcionários, direta e indiretamente, foram 49%. Outros 48% disseram que pretendem manter o número de empregados e 6% esperam ter que demitir. No levantamento anterior, os que disseram que pretendiam contratar representavam 44% dos consultados. Os que pretendiam manter o quadro somaram 52% e os que esperavam ter que demitir era 4% dos que responderam à pesquisa.

O fator mais citado para impedir o crescimento da economia é a carga tributária, segundo 75% das respostas.

O grupo LIDE conta atualmente com 920 empresas associadas e respondem por 46% do Produto Interno Bruto (PIB) privado.

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