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Pesquisa indica argentinos mais influentes

Uma pesquisa realizada pela revista Notícias indicou que o presidente Néstor Kirchner é o argentino com maior influência no país. A pesquisa, realizada anualmente, define quais são os cem principais personagens e instituições que a sociedade argentina percebe como as mais influentes - a influência avaliada por este pesquisa não se refere somente à política, mas também sobre os hábitos e costumes dos argentinos.Este é o segundo ano no qual Kirchner ocupa o 1º lugar no ranking dos mais influentes. "El Pingüino" (O Pingüim), apelido do presidente, teve um crescimento inesperado nos últimos anos. Em 2002, quando apenas era um potencial candidato à presidência, estava no posto número 45 dos mais influentes. Em 2001, quando ainda governava o ex-presidente Fernando De la Rúa, havia ficado na rabeira da lista, ocupando o posto número 100.O 2º colocado no ranking de 2004 é o ex-presidente Eduardo Duhalde - "El Cabezón" (O Cabeção), como é conhecido popularmente. Duhalde foi o padrinho político da chegada de Kirchner à presidência da República. Além disso, é o principal caudilho político na província de Buenos Aires, a maior do país, onde concentra-se 40% do eleitorado argentino, e 33% do PIB.O 3º lugar no ranking está ocupado por uma organização, o Fundo Monetário Internacional (FMI), que com suas exigências conseguiu determinar grande parte da política econômica argentina. O 4º posto é ocupado pelo presidente americano, George W. Bush. Ele é seguido pelo Ministro da Economia, Roberto Lavagna, no 5º lugar.Lula está em 16ºO presidente Luiz Inácio Lula da Silva está dois lugares abaixo da Igreja Católica, no 16º posto. Esse posto atribui-se ao peso significativo que o Brasil possui no comércio exterior argentino (especialmente pelos conflitos comerciais e as oportunidades de negócios com o Brasil) e na política externa deste país.Logo atrás de Lula, por motivos de influências nos costumes dos argentinos, está o ex-astro do futebol, Diego Armando Maradona. Muito longe de "El Diez" está outro jogador, Carlos Tevez, ocupando o posto número 91. Ele consegue posicionar-se melhor que o Mercosul, que ficou no 96º lugar.Além disso, a lista inclui um morto, o general Juan Domingo Perón, presidente da Argentina entre 1946 e 1955 e 1973 e 1974. Trinta anos após sua morte, a estratégia populista de Perón, fundador do partido Justicialista (Peronista), ainda é a base de grande parte dos políticos argentinos. O Peronismo controla hoje a maioria das províncias, além da Câmara de Deputados e o Senado.

Agencia Estado,

26 de dezembro de 2004 | 10h34

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