Pesquisa mostra que 68% dos empregadores no Brasil têm dificuldades de preencher vagas

Estudo da organização Ação Educativa com cerca de 500 jovens identificou que 80% dos estudantes do 3º ano das escolas públicas de São Paulo acredita que existe profissão "de homem" e "de mulher". O resultado mostra que os valores de gênero norteiam as escolhas profissionais dos jovens. Segundo a pesquisa, os alunos acham que as mulheres têm características que favorecem seu desempenho em profissões de cuidado, já os homens estariam mais aptos ao raciocínio e atividades que demandam vigor físico.

O Estado de S.Paulo

09 de junho de 2013 | 02h09

Dados da pesquisa anual da ManpowerGroup sobre escassez de talentos mostram que 68% dos empregadores brasileiros encontram dificuldades para preencher vagas em suas empresas. O Brasil está em segundo lugar no ranking.

Os dez cargos mais difíceis de preencher são: técnicos, operadores de produção, contadores e profissionais de finanças, trabalhadores de ofício manual, operários, engenheiros, motoristas, secretárias (assistente administrativo e auxiliar de escritório), representantes de vendas e mecânicos.

Em abril, mais de 140 mil pessoas foram contratadas por micro e pequenas empresas. O resultado representa aumento de 120% na oferta de vagas, frente ao mês de março. O saldo equivale à geração de mais de 4,6 mil vagas por dia. Os pequenos negócios responderam por 71% das vagas criadas em abril. No período, as maiores contratações foram feitas pelo o setor de serviços, com 59,5 mil vagas, seguido por comércio e administração de imóveis com 18,4 mil, e pelo setor de transportes e comunicação, com 17,3 mil contratações.

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