Pessimismo com cenário externo: dólar sobe mais e Bolsa recua

Pressionado mais uma vez pelo cenário externo desfavorável, o dólar comercial encerrou o dia em R$ 2,1860 na ponta de venda das operações, em alta de 0,83% em relação aos pronto na roda da BM&F encerrou, há pouco, cotado a R$ 2,186, em alta de 0,83%. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 2,1940 e a mínima de R$ 2,1590. Com o resultado de hoje, a moeda norte-americana registra alta de 2,15%. No ano, a queda é de 5,98%.No mercado de juros futuros, as taxas subiram. Nos contratos com taxas pós-fixadas (DIs), a elevação mais expressiva aconteceu nos contratos de longo prazo, que são justamente os preferidos pelo investidor estrangeiro. Hoje, o Comitê de Política Monetária (Copom) reavalia a Selic, a taxa básica de juros da economia, atualmente em 17,25% ao ano. O pessimismo com o cenário externo acabou com as apostas em um corte mais expressivo dos juros e a expectativa é por um corte ficou em 0,75 ponto porcentual.Já a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), depois de operar em forte queda no início da tarde desta quarta-feira, acabou reduzindo as perdas no fim da tarde. Mesmo assim, fechou em queda de 0,36%. O Índice Bovespa - que mede o desempenho das ações mais negociadas na Bolsa - operou entre a máxima de 37.421 pontos (-0,01%) e a mínima de 36.446 pontos (-2,61%). Com esse resultado, a bolsa passou a acumular baixa de 3,42% em março e alta de 11,46% em 2006. O movimento financeiro foi vigoroso, ficando em R$ 2,750 bilhões.

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