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Pessimismo contamina mercados e dólar tem alta de 1,20%

O dólar fechou em alta ante o real nesta sexta-feira, depois de flutuar na esteira do humor dos mercados acionários dos Estados Unidos e do Brasil.

REUTERS

15 de maio de 2009 | 16h50

A moeda norte-americana encerrou com valorização de 1,20 por cento, cotada a 2,109 reais para venda. No início dos negócios, a divisa abriu em alta, mas virou para território negativo pouco tempo depois. À tarde, entretanto, o dólar consolidou o movimento de alta.

Na semana, a divisa acumulou avanço de 1,83 por cento. Por outro lado, considerando este mês, o dólar ainda registra queda de 3,3 por cento.

"A palavra mais adequada para definir o câmbio hoje é volatilidade. O mercado interno está muito atrelado ao comportamento das bolsas lá fora", avaliou Mario Paiva, analista de câmbio da Corretora Liquidez.

Os mercados acionários norte-americanos operavam em território negativo no final desta tarde, em um pregão também marcado pelo vaivém dos índices.

Preocupações com o setor bancário estimulavam os investidores a vender papéis. As ações de empresas do setor de energia também eram golpeadas, por conta da forte queda dos preços do petróleo.

Os índices em Nova York caíam, movimento acompanhado pela Bovespa.

Durante a manhã, enquanto o dólar caía, o Banco Central realizou mais um leilão de compra de dólares no mercado à vista, pela sexta sessão seguida.

"Ele está fazendo essas intervenções para equilibrar o mercado", disse Paiva.

Ele ponderou que a aversão a risco permanece, o que força os investidores estrangeiros a continuarem comprados no mercado de câmbio futuro.

De acordo com dados mais recentes da BM&F, as posições compradas desse grupo de investidores --que, na prática, sinalizam uma aposta na valorização do dólar-- estavam em cerca de 2,2 bilhões de dólares.

Em âmbito global, o dólar também se valorizava. Ante uma cesta com as principais moedas mundiais, a divisa norte-americana avançava 0,7 por cento no final da tarde.

No mercado de câmbio doméstico, segundo os últimos dados da BM&F, o volume de dólar negociado no segmento à vista somava 2,6 bilhões de dólares.

(Reportagem de José de Castro)

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