Petrobras acompanha "cuidadosamente" situação na Bolívia

O diretor financeiro da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse hoje que a empresa está "acompanhando cuidadosamente" a situação na Bolívia e "procurando minimizar" os efeitos de qualquer problema mais grave naquele País. Ao ser questionado por jornalistas se haveria algum esquema especial para retirada de funcionários da estatal, devido à atual crise e instabilidade política daquele país, o executivo informou que a empresa está estudando alternativas, mas que não há nada definido nesse sentido. Gabrielli limitou-se a dizer "temos um transporte de 24 milhões de metros cúbicos de gás para o Brasil que dificilmente é substituível".A instabilidade política já pode ter efeitos no mercado de gás, visto que manifestantes bolivianos têm efetuado bloqueio em estradas e até mesmo de um terminal de armazenamento de gás. O executivo da Petrobras participará de solenidade, hoje, que marcará a conclusão da obra e a saída para o Campo de Marlim, na Bacia de Campos, da plataforma P-47, a no Rio de Janeiro.

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