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Petrobras afasta risco de racionamento, mas admite reajuste

Segundo diretora da empresa, o corte de gás decidido na terça não significa um "caos nacional"

Kelly Lima, da Agência Estado,

31 de outubro de 2007 | 20h16

A Petrobras adminitiu nesta quarta-feira, 31, que o preço do gás pode subir. Contudo, afastou qualquer risco de racionamento de energia no país por conta da redução do fornecimento de gás natural. Segundo a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, o corte de gás decidido ontem (terça) não significa um "caos nacional".   Veja também:  Preço do gás natural deve subir, diz presidente da Petrobras  Lula concorda com reunião sobre abastecimento de gás   "É preciso que se entenda neste País que a indústria do petróleo, em todo o mundo, não é estática. É flexível, ora se gera mais, ora menos e isso é absolutamente natural. Não é para ser estressante", disse. Ela disse ainda que "é absolutamente claro que o preço do GNV nas bombas não corresponde à realidade". A diretora disse ainda que a necessidade de redução do abastecimento do gás está completamente desatrelada de um possível racionamento elétrico. "Não houve uma questão emergencial. Quando o Operador Nacional do Sistema (ONS) manda que entrem as térmicas neste momento, não quer dizer que, se elas não entrarem, vai faltar energia, mas sim que os reservatórios têm que ser poupados. O operador olha todos os dias para o sistema e, a partir disso, determina se compensa entrar uma usina a gás ou uma a óleo combustível. Isso faz parte da própria segurança do consumidor", afirmou.

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