Petrobras analisa propostas para construção de plataforma

A Petrobras analisa as propostas recebidas esta semana de dois consórcios e um estaleiro do Rio de Janeiro para a construção da plataforma fixa que vai produzir gás natural no campo de Mexilhão, na Bacia de Santos. O vencedor da licitação só deve ser divulgado em abril. Integram o primeiro consórcio, que leva o mesmo nome do campo (Mexilhão), a construtora Odebrecht, o estaleiro Ultratec, do Rio e a empresa Techint. A segunda proposta veio do consórcio Atlântico Sul, formado pelas construtoras Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, pelo grupo Iesa e pelo estaleiro Aker Promar. A terceira proposta foi apresentada pelo estaleiro Mauá-Jurong.A licitação prevê a construção de uma plataforma com capacidade para produzir 15 milhões de metros cúbicos de gás por dia e 3,2 mil metros cúbicos de óleo condensado por dia. Pelas propostas apresentadas, a obra pode ser feita no Rio (Mauá Jurong), em Rio Grande (no estaleiro que a Aker deve construir) ou ainda ser dividida entre um canteiro de obras da Odebrecht em Paranaguá (PR) e outro canteiro da própria Petrobras em São Roque do Paraguaçu, na Bahia.Apesar de a estatal ter anunciado que pretende produzir gás a partir de 2008 na bacia de Santos, a previsão dos concorrentes é de que isso só ocorra em 2009. O prazo, segundo o edital da licitação, dá aos vencedores um prazo de 45 meses para a conclusão da obra.

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