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Petrobras deve avaliar tecnologia e mão-de-obra em Tupi

Governo quer empregar o máximo possível de mão-de-obra, bens e serviços na exploração do campo

LEONARDO GOY, Agencia Estado

09 de novembro de 2007 | 11h48

O secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, João Souto, disse nesta sexta-feira, 9, que a Petrobras ainda precisa avaliar qual a tecnologia que será empregada para a futura exploração do campo de Tupi, que segundo o governo, tem potencial para aumentar em 50% as reservas comprovadas de petróleo do País. "A tecnologia que será empregada ainda precisa ser avaliada. A Petrobras precisa perfurar mais poços para delimitar melhor as áreas e depois definir a melhor modelagem", afirmou Souto.   Souto disse que a intenção do governo é empregar o máximo possível de mão-de-obra, bens e serviços nacionais na exploração de Tupi. "A orientação do governo, desde 2003, é fazer tudo o que for possível aqui no Brasil", afirmou. O coordenador do Programa de Mobilização da Indústria Nacional do Petróleo (Prominp), José Renato Ferreira de Almeida, disse que a exploração de Tupi será um desafio para o programa, criado pelo governo em 2003, para estimular a qualificação de mão-de-obra especializada e a capacitação da indústria nacional para atender a demanda do setor petrolífero.  Segundo Almeida, em 2003 o índice médio de conteúdo local nos projetos no setor de petróleo e gás era de 57%. Atualmente, segundo ele, essa taxa subiu para 74%. "Nosso desafio é manter esse patamar, mesmo com o aumento expressivo dos investimentos, que será alavancado pela exploração do campo de Tupi". Almeida e Souto participam do encerramento do 5º Encontro Nacional do Prominp, em Brasília.

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