Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Petrobrás diversifica matéria-prima do biodiesel

Além de tentar buscar a liderança na produção de biodiesel no País, a Petrobrás aposta no desenvolvimento de tecnologias próprias para usar, na fabricação do combustível, sementes oleaginosas de plantas tipicamente brasileiras, como a mamona, o dendê e o pinhão manso. A idéia da empresa é diversificar as matérias-primas usadas na produção de biodiesel para evitar as oscilações de preços de outras sementes que estão sujeitas ao mercado de alimentos, como a soja.O gerente de Desenvolvimento Energético da estatal, Mozart Schmitt, anunciou ontem que, do ponto de vista técnico, a empresa já está conseguindo provar que o desempenho do biodiesel de mamona não fica atrás do combustível feito a partir da soja. Ele citou dados preliminares de um estudo que está sendo feito pela empresa, em conjunto com a Ford e a Unifacs, da Bahia, que comparam o desempenho do diesel comum com misturas de 5% (o chamado B5) de biodiesel feito apenas com mamona ou com soja nos motores de seis veículos Ford Ranger. ''''Até o momento, os veículos testados já rodaram 45 mil quilômetros e não houve diferença entre os combustíveis'''', disse Schmitt.

Leonardo Goy, O Estadao de S.Paulo

07 de julho de 2025 | 00h00

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.