Petrobrás e petroleiros tentam chegar a acordo

A Petrobrás e a Federação Única dos Petroleiros (FUP) se reúnem hoje para tentar sair do impasse sobre a negociação salarial da categoria. Neste domingo, os petroleiros iniciaram paralisações de 24 horas em algumas unidades da companhia, movimento que terá prosseguimento até sexta-feira, caso não haja acordo. A Petrobrás informou que vai fazer uma nova proposta aos empregados. Os petroleiros suspenderam a troca de turno na Refinaria de Duque de Caxias (Reduc) e no terminal de abastecimento de combustíveis de Barueri (SP), um dos maiores do País. O movimento, chamado de "greve pipoca", prevê paralisações em unidades diferentes todos os dias. Não há, porém, parada na produção de petróleo e derivados. Na Reduc, os funcionários aprovaram, em assembléia, manter a mobilização por tempo indeterminado.O gerente executivo de exploração e produção da estatal, Francisco Nepomuceno, disse, no domingo, que a greve ainda não prejudicou a produção. "E nem deve prejudicar, porque a situação promete se resolver em breve", afirmou. Os petroleiros pedem reajuste de 13,2% mais melhoria nas relações de trabalho. A primeira proposta da Petrobrás era de um aumento de 7,81%.

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