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Ações da Petrobrás fecham em alta, mas empresas de logística anulam ganho da Bolsa

Bovespa fechou praticamente estável, em alta de 0,01%; alta de mais de 3% da estatal não conseguiu compensar os recuos de Rumo, EcoRodovias e CCR

Clarissa Mangueira , O Estado de S. Paulo

09 de junho de 2015 | 18h32

A Bovespa terminou praticamente estável, encerrando três sessões seguidas de queda, após reduzir na última hora dos negócios os ganhos que eram sustentados desde cedo pela alta das ações da Petrobrás. O sentimento mais positivo no mercado, depois do anúncio do programa de concessões do governo, ofereceu algum suporte à Bolsa na primeira parte do dia, mas o mercado perdeu fôlego no fim, em um movimento similar ao visto nos últimos dias.

No fim, o Ibovespa registrou ligeira alta de 0,01%, aos 52.815,99 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 6,736 bilhões, segundo dados preliminares. No mês de junho, a Bolsa sobe 0,11% e no ano, tem valorização de 5,62%.

O Ministério do Planejamento anunciou nesta terça-feira, 9, um pacote de concessões de infraestrutura, que prevê investimentos de R$ 198,4 bilhões para rodovias, ferrovias, aeroportos e portos, incluindo a construção da ferrovia bioceânica entre o Peru e o Brasil, com participação chinesa. Entre 2015 e 2018, estão previstos R$ 69,2 bilhões. A partir de 2019, serão mais R$ 129,2 bilhões. Após o anúncio do plano, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que outros investimentos serão incluídos no programa. "Sem dúvida eles ajudam a ter as expectativas de choque positivo na nossa produtividade e capacidade de competitividade. Temos uma carteira extremamente forte", avaliou.

Apesar da divulgação do programa, as ações das empresas do setor logístico, como Rumo Log ON e EcoRodovias ON e CCR ON fecharam em queda de 6,47, 3,46% e 2,04%, respectivamente, depois de terem subido bastante na véspera com a expectativa em torno do programa.

As ações da Vale operaram com volatilidade durante o pregão e fecharam em queda de -0,60%, as ON, e -0,35%, as PNA. Mais cedo, operaram em alta, depois de dados econômicos da China reforçarem as expectativas de novos estímulos econômicos no país. 

Entre os destaques de alta ficaram os papéis da Petrobrás, com valorização de 3,69% (ON) e 3,18% (PN), ajudados pela valorização dos preços do petróleo em meio à expectativa de declínio dos estoques de petróleo nos Estados Unidos pela sexta semana consecutiva e pelo enfraquecimento do dólar. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo para julho fecha em alta de US$ 2 (3,44%), em US$ 60,14 o barril.

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