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Petrobras quer retomada de projeto de gasoduto no RS

O gasoduto projetado para ligar a fronteira oeste do Rio Grande do Sul a Porto Alegre, transportando combustível importado da Argentina, avançou um passo esta semana. A secretária de Energia, Minas e Comunicações do Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff, informou hoje que a Petrobras propôs a retomada do projeto, comprometendo-se a fornecer 5 milhões de metros cúbicos de gás por dia nos termos do Programa Prioritário de Termelétricas (PPT). Dilma integra um grupo de trabalho formado em abril pela Câmara de Gestão da Crise de Energia (GCE) para avaliar a viabilidade do projeto, que percorre 565 quilômetros. A criação do grupo foi uma resposta à pressão desencadeada pelo governo e indústrias gaúchas para assegurar a obra. Três usinas termelétricas movidas a gás projetadas para a região metropolitana de Porto Alegre funcionam como âncoras do gasoduto argentino. Para colocar em operação o gasoduto em 2004, a secretária disse que seria preciso atualizar o contrato da obra, implementar os contratos de gás e assinar um acordo bilateral Brasil-Argentina ainda este ano. Os contratos de compra de energia elétrica (PPAs), que viabilizam o projeto, devem ser abordados no Relatório de Progresso nº3, da GCE. O relatório deverá conter medidas que contemplem a energia elétrica gerada a partir do gás natural, observou a secretaria. Dilma explicou que, após avaliação destas medidas, o grupo de trabalho entregará suas propostas para o gasoduto aos ministros da GCE, Pedro Parente, e de Minas e Energia, Francisco Gomide. "O gasoduto Uruguaiana-Porto Alegre é a única alternativa viável para o Rio Grande do Sul ter quantidades adicionais do gás que hoje recebe e distribui na serra, região metropolitana e Uruguaiana", analisou Dilma.

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