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Petrobrás reavalia planos para refinaria no Japão, diz Gabrielli

Companhia poderá processar petróleo bruto mais leve do que o planejado na unidade adquirida em Okinawa

Marcílio Souza, da Agência Estado,

26 de outubro de 2009 | 09h49

A Petrobrás poderá processar petróleo bruto mais leve do que o originalmente planejado em sua refinaria em Okinawa, no Japão, e por isso poderá ajustar seu plano de reforma para a refinaria, disse o presidente da petroleira, Jose Sergio Gabrielli, em Tóquio.

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A Petrobrás comprou, em abril de 2008, 87,5% da Nansei Sekiyu KK, a companhia que opera a refinaria que tem capacidade de 100 mil barris por dia na ilha de Okinawa, no sudoeste do Japão. Na época, a empresa brasileira disse que investiria cerca de 100 bilhões de ienes (US$ 1,1 bilhão) para capacitar a unidade a processar petróleo brasileiro pesado para oferecer produtos derivados ao mercado asiático. Mas esse plano está congelado desde o final do ano passado.

 

A empresa brasileira está reavaliando o plano porque o diferencial de preço entre o petróleo leve e o pesado diminuiu desde o fim do ano passado, portanto o embarque e o processamento de petróleo bruto do Brasil em Okinawa não é hoje necessariamente a melhor forma de usar a refinaria, disse Gabrielli nesta segunda-feira.

 

Entre as possibilidades de uso está o processamento de petróleo bruto do Sudeste da Ásia ou de algum petróleo mais leve produzido pela Petrobrás, segundo o executivo, que não deu detalhes sobre prazos para a retomada do investimento. As informações são da Dow Jones.

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