Petróleo afeta Bovespa, que fecha com perda de 0,60%

A forte queda do petróleo e o desempenho negativo das Bolsas de Nova York interromperam a recuperação da Bolsa de Valores de São Paulo, e o Ibovespa, principal índice, fechou em baixa de 0,60%, aos 42.477 pontos. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o barril fechou com perda de 3,37%, cotado a US$ 50,48, influenciado por relatórios divulgados no início da tarde apontando aumento acima do esperado nos estoques do óleo e da gasolina. As ações preferenciais da Petrobras, papéis de maior peso no Ibovespa, chegaram a subir mais de 1%, mas encerraram com desvalorização de 1,61%, a R$ 43,35, por causa da forte queda do petróleo. Em Nova York, o índice Nasdaq, da Bolsa eletrônica, caía 1,54% às 18h08 (de Brasília), refletindo em boa parte a decepção dos investidores do setor de tecnologia com as previsões pessimistas feitas pela Apple. Na quarta-feira à noite, ao informar crescimento de 78% em seu lucro líquido no trimestre terminado em dezembro, a fabricante do iPod previu receitas menores do que as esperadas anteriormente. O índice Dow Jones operava em queda mais discreta, de 0,17%.Na máxima, atingida quando o Dow Jones ainda avançava, o Ibovespa recuperou o patamar dos 43 mil pontos, ao subir 1,56%. O giro financeiro foi elevado, totalizando R$ 3,23 bilhões.DólarO mercado de câmbio operou em queda durante a maior parte do dia e com baixa volatilidade, mas fechou em alta, acompanhando a recuperação do risco Brasil. No mercado interbancário, o dólar comercial fechou na máxima, valendo R$ 2,135, com desvalorização de 0,05%. Na mínima, registrou cotação de R$ 2,129. No pregão viva-voz da Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar negociado à vista encerrou o dia estável, cotado a R$ 2,134. Oscilou entre a mínima de R$ 2,128 e a máxima de R$ 2,1345.

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