Petróleo bate recorde pelo 4º dia consecutivo

Os contratos futuros de petróleo, com vencimento em novembro, fecharam em novo nível recorde - o quarto consecutivo -, acima de US$ 53,00 o barril, em Nova York (New York Mercantile Exchange-Nymex). Os investidores continuam reagindo com nervosismo a um número de eventos que podem exacerbar a situação bastante apertada do mercado global de energia.Depois de alternar altas e baixa, os preços ganharam impulso definitivo no final da sessão em reação à notícia sobre o fracasso das negociações entre o governo da Nigéria e sindicato de trabalhadores para evitar uma greve geral no país a partir de segunda-feira.Os negociadores do governo nigeriano não aceitaram a demanda dos trabalhadores para reverter o recente aumento de quase 20% nos preços dos combustíveis. A greve conta com o apoio do sindicato dos petroleiros local, a União Nacional de Trabalhadores de Petróleo e Gás Natural, e poderá ter impacto sobre as exportações do produto.Pela manhã, o terminal de petróleo do porto de Louisiana (LOOP, sigla em inglês) anunciou a suspensão temporária nas operações de embarque devido às condições climáticas adversas, o que também deu suporte aos preços. O porto já está com sua programação de embarque atrasada por causa dos furacões que atingiram a região no mês passado. Na Nymex, os contratos de petróleo para novembro fecharam em US$ 53,31 o barril, em alta de US$ 0,64 (+1,22%); a mínima foi de US$ 52,17 e a máxima de US$ 53,40. Em Londres, os contratos de petróleo tipo brent para novembro fecharam em US$ 49,71 o barril, em alta de US$ 0,81 (+1,66%); a mínima foi de US$ 48,15 e a máxima de US$ 49,75. As informações são da Dow Jones.

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