Petróleo cai com normalização de produção

Os contratos futuros do petróleo operam em queda relevante em Londres e no pregão eletrônico da Nymex, com investidores centrados em questões referentes à oferta, diante do fim da greve na Nigéria na sexta-feira e da conclusão dos reparos nos oleodutos no sul do Iraque. A entrega do poder no Iraque, antecipada para esta segunda-feira a fim de evitar a ação de rebeldes e sabotadores, também ajudou a acentuar o movimento. A produção de 3 milhões de barris diários da Noruega, o terceiro maior do mundo, voltou ao total com o fim da greve de petroleiros no país, que durou cerca de uma semana. Com a paralisação, cerca de 375 mil barris de petróleo deixaram de ser produzidos ao dia. O montante de petróleo não produzido seria elevado para mais de 700 mil barris no fim de semana. No Iraque, a produção diária voltou a 1,7 milhão de barris ao dia. Às 8h24 (de Brasília), o contrato de agosto do petróleo brent caía US$ 0,50 (1,43%), para US$ 34,47 o barril em Londres. No pregão eletrônico da Nymex, o contrato de mesmo vencimento do petróleo cru recuava US$ 0,51 (1,36%), para US$ 37,04 o barril. Na mínima, o contrato chegou a US$ o barril. Traders dizem que os investidores devem testar o nível de US$ 36,55 o barril do contrato de agosto do petróleo cru, mínima de junho.

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