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Petróleo do pré-sal será moeda de troca, afirma Lobão

Ministro diz que Brasil negociará petróleo com os países que também comprarem outros produtos

TIAGO DÉCIMO, Agencia Estado

06 de novembro de 2009 | 13h39

O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta sexta-feira, 6, que o petróleo da camada pré-sal será usado, pelo Brasil, como moeda de troca com o mercado internacional. "A descoberta dessas reservas veio em um momento em que as reservas de petróleo do mundo estão em fase decadente", avaliou. "O Brasil pode dizer o seguinte: eu vendo meu petróleo para o país ''x'', desde que ele compre meus aviões, meus tanques de guerra ou o que mais o Brasil tiver para vender", afirmou.

 

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O ministro também defendeu o controle estatal das reservas, por considerar que o petróleo "pertence à União, ou seja, a todo o povo brasileiro". Ele descartou a ideia de vender ações da Petrobras a trabalhadores com recursos no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). "Nesse caso, estaríamos tirando recursos de áreas socialmente mais importantes, como habitação e saneamento, onde o fundo está sendo aplicado."

Lobão proferiu uma palestra hoje em Salvador com o tema "A Nova Independência do Brasil", no seminário "Brasil na Era Pré-Sal", promovido pelo jornal Correio da Bahia. À tarde, participam dos debates o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e o governador da Bahia, Jaques Wagner.

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