Petróleo recua e diminui instabilidade

O cenário externo continua no centro das atenções dos investidores. Os anúncio de queda nos resultados das empresas norte-americanas deixa o mercado financeiro apreensivo. Ontem, no final do dia, a Xerox declarou que deve fechar o terceiro trimestre com prejuízo. Na semana passada, empresas como a Intel, Kodak e Apple também anunciaram esse resultado. Por outro lado, o preço do petróleo, que ainda deixa os investidores cautelosos, começou o dia estável, após registrar alta de 1,24% ontem. No Brasil, os fundamentos econômicos continuam favoráveis a uma recuperação dos negócios no mercado financeiro. Porém, a falta de recursos novos inibe essa melhoria. Ontem, as operações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) somaram R$ 387,854 milhões. Foi o menor patamar registrado desde o dia 8 de setembro - uma sexta-feira espremida entre o feriado da Independência e o final de semana. Hoje, a Bovespa abriu do lado positivo e há pouco registrava alta de 1,59%. O dólar comercial está cotado a R$ 1,8500 na ponta de venda dos negócios - queda de 0,16% em relação aos últimos negócios de ontem. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - começam o dia pagando juros de 17,000% ao ano, frente a 17,090 % ao ano registrados ontem.FED define juros hojeHoje o banco central norte-americano (FED) define a tendência para a taxa de juros nos Estados Unidos. A expectativa é que ela seja mantida em 6,5% ao ano. Desde junho de 1999, com o objetivo de conter os índices de inflação e desaquecer o crescimento econômico, os juros já foram elevados seis vezes passando de 4,75% ao ano para 6,5% ao ano. A última alteração foi em maio desse ano.

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