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Petrolíferas dos EUA reiniciam produção interrompida por furacão

As petrolíferas dosEstados Unidos começaram a retomar nesta segunda-feira aprodução interrompida por causa do furacão Dean e suspenderam aretirada de funcionários das plataformas de petróleo e gás doGolfo do México já que a tempestade não deve passar por áreasperto da costa norte-americana. A Shell Oil informou que o retomada das atividades dasplataformas paradas elevou a produção em 16 mil barris por dia(bpd), para um total de 39 mil bpd nesta segunda-feira. Aprodução interrompida de gás natural da empresa mais do quedobrou, para 2,76 milhões de metros cúbicos. Ambos os números são pequenos se comparados ao volumediário de produção no Golfo, de 1,3 milhão de barris depetróleo bruto e 218,04 milhões de metros cúbicos de gásnatural, que representam cerca de um terço da produção deenergia dos EUA. A estatal mexicana Pemex informou no fim de semana quetinha planos para tirar 13 mil funcionários da Baía deCampeche, onde a produção seria interrompida antes do Deanpassar por ali, na quarta-feira. A BP planejou manter funcionários não essenciais fora dasplataformas até que a empresa esteja segura de que o furacãoseguiu o caminho previsto, segundo porta-voz da empresa, NicolaMontorsi. "Assim que o risco de desviar para o norte acabar, nósvamos cuidar para levá-los de volta", afirmou. A previsão é de que o Dean atinja a península de Yucatán nocomeço da terça-feira, cruze a Baía de Campeche e termine nacosta leste do México na quinta-feira. Nenhum local de produção da BP no Golfo do México foifechado devido à ameaça pelo furacão Dean. Outras empresas disseram nesta segunda-feira queprovavelmente vão esperar até que o Dean não muderepentinamente para o norte. As petrolíferas tiveram de conceber planos de resgate defuncionários em 2005, quando o devastador furacão Katrina nãoseguiu os modelos dos computadores e afetou áreas de produçãono mar, fechou centros de refino nos Estados de Louisiana eMississippi e causou enchentes que devastaram Nova Orleans.

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