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Petrolíferas pedem regras claras para 9ª Rodada da ANP

As companhias petrolíferas que atuam no Brasil querem uma definição rápida do governo sobre o que será feito com os 41 blocos retirados da 9ª Rodada da ANP e qual será o novo modelo a ser adotado para a atuação das empresas nestas áreas. "Sejam quais forem as mudanças pretendidas, elas têm que vir rapidamente", disse o presidente da Devon no Brasil, Murilo Marroquim.Adotando um tom contido nas críticas à atitude tomada pelo Conselho Nacional de Política Energética, o Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), reuniu os principais executivos do setor hoje em sua sede no Rio para discutir o impacto do novo cenário do setor de petróleo no País sobre suas atividades."Compartilhamos da alegria das descobertas, não discutimos a decisão soberana do governo, mas queremos que esta revisão do modelo da lei do petróleo que o governo pretende fazer não prejudique o andamento dos investimentos no País", disse o presidente do IBP, João Carlos De Lucca, também presidente da Repsol no Brasil.Para ele, o principal temor do setor é de que a medida tomada pelo CNPE traga impacto na credibilidade e na previsibilidade do processo de concessão de áreas exploratórias no País. "A suspensão da 8ª rodada da ANP no ano passado já causou uma descontinuidade incômoda, e o setor precisa de regras claras para preparar os investimentos, que são altos e de longo prazo", disse De Lucca, completando que todo o setor viu de maneira "bastante positiva" a decisão do CNPE de retomar a 8ª Rodada, mantendo o mesmo edital, as mesmas áreas e já realizá-la no primeiro trimestre do próximo ano.

KELLY LIMA, Agencia Estado

09 de novembro de 2007 | 16h50

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